Sobre acessibilidade

Áreas

- Projeto Pará Todo Livre de Aftosa:

Com o objetivo da ampliação e a manutenção da Área Livre de Febre Aftosa com vacinação no estado do Pará, os servidores da Adepará vem desenvolvendo ações educativas junto às autoridades e lideranças estaduais e municipais, alunos e professores das escolas de ensino fundamental e médio, bem como os demais integrantes da cadeia produtiva do agronegócio, em todos os municípios do estado. Essas ações visam a mobilização da sociedade para a adoção das formas de prevenção contra a doença e dão conhecimento sobre os prejuízos causados quanto a ocorrência de um surto de febre aftosa para o Brasil.

- Projeto Pará Avançando no Controle da Brucelose e Tuberculose:

Para elevar o conhecimento para melhor prevenção e assim avançar no controle destas zoonoses, a Adepará desenvolve este projeto educativo promovendo com auxílio da própria comunidade, a sensibilização e conscientização de todo o setor agropecuário e da sociedade em geral para o cumprimento das normativas do PNCEBT com vistas à sanidade animal e segurança alimentar.

- Projeto Uso Correto de Agrotóxicos:

O uso de agrotóxicos se constitui em uma prática que pode implicar em riscos para a saúde de quem manipula, aplica, de quem consome os produtos que foram submetidos a esses tratamentos e para o meio ambiente, quando não observados cuidados e práticas quanto ao uso correto. Para isso, a Adepará promove ações educativas sobre uso correto de agrotóxicos com as comunidades rurais, visando à valorização da saúde humana e a preservação do meio ambiente, buscando desenvolver nestes manipuladores e aplicadores de agrotóxicos uma consciência crítica que leve a uma mudança de atitudes (atitude é predisposição para o exercício de um comportamento) e de comportamentos para o uso responsável dos agrotóxicos.

 - Projeto de Erradicação da Mosca da Carambola:

Considerando que a Mosca da Carambola representa um risco sanitário e econômico para o estado do Pará e para a fruticultura brasileira, a Adepará desenvolve este projeto, realizando cursos para formação de multiplicadores e promovendo ações para sensibilização de passageiros das embarcações que fazem o trânsito entre os estados do Amapá e do Pará e da população do Baixo Amazonas, Arquipélago do Marajó e do Nordeste Paraense, sobre o risco em transportar frutos hospedeiros da Mosca da Carambola de áreas infestadas para áreas sem registro de ocorrência da praga, bem como o impacto sócio econômico que poderá causar essa praga, caso seja introduzida, disseminada e instalada no Estado.

- Vazio Sanitário da soja, adote essa ideia.

A Ferrugem Asiática da Soja (Phakopsora pachyrhizi Syd. & P. Syd.) doença de natureza fúngica que levou a severas perdas na lavoura de soja bem como a elevação de custos pela aplicação de agrotóxicos (fungicidas) em alguns casos até mais de quatro aplicações por safra. Dentro da visão de uma agricultura sustentável o manejo integrado de doenças é a alternativa que devemos lançar mão com vistas a sua eficiência e ao retorno social, ambiental e econômico. Sendo assim e pelo conhecimento da ecologia do fungo causador da Ferrugem em Soja que é do tipo ”biotrófico”, ou seja, necessita da planta viva para sobreviver e completar seu ciclo vital, foi instituído no Vazio Sanitário, que é o período obrigatório de ausência total de plantas vivas de soja.

Neste contexto, existe a necessidade de implementar este projeto, para o desenvolvimento de ações educativas que visem a sensibilização e conscientização de todo o setor produtivo e a sociedade em geral para o cumprimento da normativa que instituiu a obrigatoriedade do vazio sanitário da soja e do cadastramento de produtores de soja, bem como do impacto sócio econômico que poderá causar essa praga, na sojicultura paraense.

- Projeto Ácaro Vermelho das Palmeiras

A partir da detecção de focos de ácaro vermelho das palmeiras, Raoiella indica, em Manaus- AM, em agosto/2011, e em Janeiro/2016 no município de Juruti/PA, a praga representa um risco sanitário e econômico para o estado do Pará e para a fruticultura brasileira, pois tem a capacidade de infestar várias culturas de importância econômica, além de ser facilmente disseminada por meios de ações humanas, transporte de equipamentos agrícolas, trânsito de vegetais e suas partes.

Por estes motivos, existe a necessidade da Adepará desenvolver ações educativas junto a passageiros e tripulantes de embarcações que trafegam na rota dos municípios de Terra Santa, Juruti, Óbidos, Curuá, Alenquer, Monte Alegre e Santarém com vistas ao controle do trânsito de plantas ou parte de plantas hospedeiras para munícipios sem a presença da praga, palestras para comunidades rurais, produtores de coco, dendê e açaí e indústria de açaí, estudantes da rede pública e particular de ensino e a população em geral, para sensibilizar e conscientizar sobre o risco de transportar plantas ou parte de plantas hospedeiras, de áreas infestadas para áreas livres da praga.

- Projeto Educando nos Parques:

O local de realização dos eventos agropecuários serve de espaço para a realização de atividades educativas durante as feiras e exposições agropecuárias. No espaço físico do parque é estruturado um stand com a disposição estratégica de materiais didáticos e educativos para visitação do público participante dos eventos, para divulgação das ações dos programas agropecuários desenvolvidos pela Agência e para palestras educativas a alunos de ensino fundamental das escolas.

- Projeto Alimentos Seguros e Saudáveis:

Com o objetivo de promover a produção e o consumo de alimentos seguros, em parceria com outras instituições afins, os profissionais da Adepará trabalham questões de grande relevância, primando para o consumo seguro de alimentos, sensibilizando por meio de várias atividades educativas realizadas anualmente, para alunos do ensino fundamental de escolas do município de Belém e a população em geral que visita a Praça escolhida para o evento no evento comemorativo ao Dia Mundial da Alimentação (16 de Outubro).

- Projeto Adepará na Escola

A escola é o centro formador dos futuros dirigentes da sociedade e o novo modelo pedagógico possibilita a introdução de assuntos de interesse da comunidade, e a inclusão da Educação Sanitária nas escolas implica em promover o desenvolvimento e a participação efetiva do aluno, despertando-o para o mundo, provocando discussões com pensamento ativo e crítico e desencadeando iniciativas valiosas na família. As crianças influenciam os pais, positivamente, provocando mudanças de comportamento a partir dos conhecimentos adquiridos na escola.

Este projeto propõe a inserção dos assuntos relativos à defesa agropecuária nas escolas estaduais e municipais. Esses assuntos deverão ter um tratamento pedagógico como conteúdo transversal nas disciplinas obrigatórias do ensino fundamental, conforme consta na Lei de Diretrizes e Bases da Educação–LDB, no que concerne a sua importância no desenvolvimento da produção agropecuária e o papel do cidadão no processo. Para isso, é necessário o contato prévio com as autoridades educativas locais, bem como o corpo docente das escolas onde o projeto será executado. Os servidores das ULSA’s devem apoiar o corpo docente das escolas, na realização de palestras para os estudantes, aulas práticas, visitas em fazendas, laticínios e matadouros e outras atividades educativas.

- Projeto Conscientizar para Prevenir.

Quando se fala sobre estratégias para prevenção e controle de pragas e doenças, as ações de educação sanitária se encaixam perfeitamente, para disseminar conhecimento/informação, desenvolver consciência crítica, sensibilizar e preparar o público alvo, na compreensão da coparticipação e a corresponsabilidade que é a prevenção e o controle de pragas e doenças na agropecuária.

Este projeto propõe a discussão de assuntos relativos à defesa agropecuária com a comunidade em geral, com o intuito de despertar a necessidade de promover mudanças cognitivas, afetivas, de conhecimento, atitude e comportamento, aos quais são propostas em palestras, oficinas de Educação Sanitária que possibilitarão, através de metodologias específicas, o alcance destas transformações.

- Projeto Educando nos Portos

Tem como objetivo a realização de ações de educação sanitária, em parceria com os órgãos públicos e privados, buscando desenvolver consciência crítica, mudança de comportamento e melhor qualidade de vida da população. O Projeto tem como público alvo passageiros das regiões de portos marítimos-fluviais do Estado do Pará e também o público que visita estes locais, onde serão realizados os eventos educativos. Desta forma, buscaremos apoio e ação conjunta, através de parcerias com a CPH, SEDAP, EMATER, EMBRAPA, IBAMA, SEFA, Secretarias Municipais de Agricultura, Saúde, Meio Ambiente e Educação, FAEPA, SENAR, FUNDEPEC, Sindicatos e Associações Rurais, etc.

Tendo em vista a realização de atividades educativas no período que antecede as férias no estado do Pará onde há um aumento do trânsito de embarcações interestaduais (Pará/Amapá/Pará),  a  Gerência  de  Educação  Sanitária  -  GES  executará  o  Projeto Educando  nos  Portos  –  “Operação  Viajante  do  Bem”,  com  o  objetivo  de  orientar  e conscientizar passageiros, visitantes, vendedores ambulantes e tripulação que  trabalham e/ou  embarcam  na  Companhia  de  Portos  e  Hidrovias  no  Estado  do  Pará  –  Terminal Hidroviário do Porto de Belém Luiz Rebelo Neto. São abordados aspectos importantes como identificação, legislação e restrição quanto ao trânsito de frutos hospedeiros da mosca da carambola, plantas hospedeiras do ácaro vermelho e sua respectiva legislação, os aspectos zoonóticos da doença Raiva dos herbívoros, seus sintomas e mecanismos de transmissão, e também sobre os riscos e prejuízos envolvidos quando da ocorrência da enfermidade Peste Suína Clássica.

 

- Projeto de Educação Sanitária para o Programa Estadual de Sanidade Suídea

A Peste Suína Clássica, conhecida como febre suína e cólera dos porcos, é uma doença contagiosa que está incluída na lista de doenças de notificação obrigatória para a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em virtude da grande capacidade de difusão que pode ir além das fronteiras nacionais, ocasionando prejuízos de cunho social, econômico e sanitário, dificultando e ou impossibilitando o comércio internacional de animais e produtos de origem animal. Esta enfermidade altamente contagiosa, é causada por um vírus que acomete porcos e outros animais como javalis. A contaminação geralmente se dá pela via oro-nasal e o período de incubação varia de 7 a 10 dias. A alta densidade populacional e a presença de porcos silvestres, importante reservatório do vírus, são considerados como alguns dos fatores responsáveis pela disseminação da doença.

Os animais afetados apresentam hemorragias, febre alta, orelhas e articulações azuladas, vômitos, diarreia, aborto e morte entre 5 e14 dias após início dos sintomas. As perdas decorrentes da mortalidade dos animais acometidos são bastante expressivos e muitas vezes o diagnóstico preciso é difícil, pois o quadro clínico patológico da doença pode ser confundido com outras. Além da mortalidade, o prejuízo se reflete no número de fêmeas descartadas, retornos ao cio, abortos, gastos com medicamentos, aliadas às restrições dos mercados (interno e principalmente externo), fazem com que sua erradicação seja também prioridade nacional.

Face ao que resulta os prejuízos, o governo federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), juntamente com os governos estaduais por meio de seus órgãos executores de defesa animal, governos municipais, entidades privadas, públicas e a sociedade em geral, desenvolvem esforços para que se erradique a peste suína clássica no território nacional. Neste contexto, existe a necessidade de implementar o presente projeto de Educação Sanitária, a fim de que as ações necessárias para a Erradicação da Peste Suína Clássica, sejam efetivadas e implementadas no Pará, em função da sua classificação epidemiológica, atualmente como zona não livre.

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Implantação do “Projeto de Educação Sanitária para o Programa Estadual de Sanidade Suídea” através da informação, sensibilização e orientação a toda a cadeia agropecuária e a sociedade em geral, para a adoção de técnicas corretas de manejo e sanidade animal.

Objetivos Específicos

  • Tornar público, através da educação sanitária e comunicação, os sintomas e mecanismos de sua transmissão, formas de prevenção e os riscos e prejuízos envolvidos quando da ocorrência da enfermidade
  • Orientar e conscientizar os criadores, quanto à obrigatoriedade do cadastramento da propriedade, quanto à adoção de práticas corretas de manejo, necessidade de notificação de casos de animais com sintomatologia sugestiva em sua propriedade, na Unidade Veterinária Local (UVL);
  • Orientar e conscientizar os Médicos Veterinários da rede privada ou autônomos quanto a importância da notificação de casos suspeitos ao serviço oficial;
  • Orientar e conscientizar os produtores e a população em geral quanto ao cumprimento da legislação vigente, pertinentes as ações do programa.